Joaquina Herrezuelo. Síndrome de tração idiopatica. Discopatia multiple C6-C7 y D9-D10.

 

Data de intervenção: Junho 2012

Olá, Chamo-me Joaquina, tenho 54 anos e sou de Valladolid.

Os meus problemas começaram em 2008, quando depois dum acidente quebrei o ombro. Já me detectaram a siringomielia na ressonância magnética, mas não lhe deram qualquer importância. Após a cirurgia tudo começou piorar. Começou com uma dor nas costas, estava imóvel, não conseguia sentar, andar … A dor era insuportável, na sala de emergência somente se limitaram a dizer que tudo passava pelo ombro repetidamente. Depois de tomar tanta morfina e outra medicação peguei hepatite tóxica, fique quase na coma hepática. Ia gradualmente piorando, eu não podia andar, estava com o tronco para frente e os joelhos dobrados, tinha muita dor nas costas, eu não conseguia respirar, comecei a ter problemas na fala e sufocava-me frequentemente.

Cada vez que ia ao médico me disse a mesma coisa, que era o ombro, dum médico me mandavam para outro, porque ninguém sabia o que estava acontecendo comigo, comecei com o trauma, depois clínica de dor, neurocirurgião, medicina interna…

Ninguém sabia o que estava acontecendo, o tempo passava e cada dia ficava pior, passava horas e horas dormindo. Também cada vez que ia ao médico o trato era humilhante, parecia como se fosse.

Um dia voltei de novo ao hospital e foi  ingressada em medicina interna, onde encontraram hérnias de disco e siringomielia na parte de trás, foi-me dito para operar apenas as hérnias e, felizmente, disse que não, porque eles não consideraram a siringomielia, só ao saber como tivesse ficado…Decidi pedir alta voluntária.

Como o ortopedista estava cansado de mim, sem me dar nenhuma solução, mandou-me ao chefe de neurocirurgia. Ele disse que tinha uma mielopatia mecânica com siringomielia e que não havia tratamento para mim em Valladolid APÓS 4 ANOS!!

Fui levada a Burgos e não tinha respondido ao tratamento lá, depois de muita insistência, finalmente, fui ao Hospital Valle Hebron, em Barcelona. A minha condição ia piorando, perturbava-me a luz, o barulho, as pessoas … incluso um abraçar porque sentia dor.

O tempo passava e no Hospital de Valle Hebron não me ajudavam, então tinha o telefone duma médica que trabalhava lá e tinha uma prática privada. Ele diz-me que não podia fazer nada para mim pelos meus sintomas e muito gentilmente me deu o telefone do Institut Chiari de Barcelona.

Chamei no mesmo momento. Atendeu-me a Barbara e pediu que mandasse todas as provas que tinha. Naquela manhã, enviei todas as ressonâncias e depois de 4 dias ela me chamou para me dizer de ir para a consulta porque podiam me ajudar.

Na semana seguinte o dia 5 de Junho de 2012 fiz a cirurgia. Após a operação imediatamente senti muito alívio, era capaz de andar em linha recta, dobrar os joelhos e andava sem arrastar as pernas, as dores desapareceram gradualmente. Faz uma semana fui pela revisão e confirmou-se que tinha melhorado muito e que podia iniciar a reabilitação, que começo na próxima semana. Agora faço a vida normal, saio na rua e não me canso como antes.

Estou muito feliz e grato ao Dr. Royo e a sua equipe de me ajudar a recuperar a minha vida, se não fosse por eles seria feito um vegetal na cama. È incrível porque  agora sou outra pessoa. OBRIGADA

TEL: 983401373

E-mail: [email protected]

Dayse Aparecida Ferreira. Síndrome Neuro-Crânio-Vertebral. Descida das Amígdalas Cerebelosas (Síndrome de Arnold Chiari I). Cisto intramedular (Siringomielia idiopática)

Familia Valente.

Dr. Franceso Crocè. Síndrome de Arnold Chiari I, Siringomielía cervcal. Hernia discal cervical. Insuficiencia vascular cerebral crónica.

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