Paola Faedda. Síndrome de tracçã medular. Descida das amígdalas cerebelares (DAC).

Published by at 6 Fevereiro, 2013


Paola_Faedda

Data da intervençĖo: Junho 2012

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É incrível como esta patologia, embora não tão rara como se poderia pensar, seja tão pouco conhecida, mesmo entre os médicos. Eu vou contar a minha história, tentando resumir três meses em algumas linhas. Uma manhã de Março de 2012, depois de levantar algo pesado, senti um puxão entre as omoplatas até o pescoço, nada para se preocupar! Na verdade depois de alguns dias pareceu alivio, mas havia algo estranho, um forte ardor anteriormente notado no pescoço, e com o passar dos dias, até toda a cabeça. Comecei a perceber que algo não estava bem, que era aquele ardor? Então eu comecei visitar aos médico, cada vez eles davam as mesmas respostas, que não é nada sério, são sinais que não dizem nada, apenas é stress. Cada semana ia piorando e senti novas sensações, a tensão nas pernas, nos braços, formigamento nas mãos, zumbido nos ouvidos … Eu fiz todos os exames nas clínicas provadas obviamente, porque o meu médico não achava necessário aprofundar, era só stress!

Um dia, quando um neurologista, o terceiro, finalmente pediu uma ressonância resultou que as amígdalas cerebelosas ficavam baixo, mas diz que não era nada, que nasci assim, viverei e morrerei assim.

Decidi pesquisar na Internet, porque queria saber mais sobre esses amígdalas, descobri uma patologia, Arnold Chiari, que não era tão rara, pelo contrário! Realmente foi ficando pior. Descobri que, em Espanha, em Barcelona, havia um médico especialista. Chamei imediatamente e falei com a Sra. Lue Gioia, que faz parte da equipe do Dr. Royo. Muito gentilmente explicou, e, mais importante, me informou que esta doença pode ser interrompida com uma intervenção. Com ajuda de parentes e amigos, recolhi dinheiro para a operação. Em Junho fui lá confiante e determinada. Quando cheguei, olharam-me com cuidado e confirmou-se que podia ter a cirurgia, assim, em três dias, visita, intervenção e alta, pude ir para casa.

Assim, com uma pequena incisão no nível do sacro, eu recomecei a minha vida, finalmente  estava”salvada”, tinha certeza que tinha bloqueado todos os sintomas que a doença causou. Foi ainda melhor! Cada mês eu estava me sentindo melhor, os sintomas e desconforto diminuíam ate desaparecer!

Mesmo com a última ressonância magnética que eu fiz para um controle, verificou-se que minhas amígdalas subiram. Este é um teste para os médicos que me desaconselharam a fazer isso, dizendo que não serviria para a patologia de Chiari, e é por isso porque não obtive o reembolso do custo da intervenção no estrangeiro.

Para todos os que lêem o meu testemunho, quero dizer “valorem vocês mesmos”, eu pelo menos estou grata ao Dr. Royo e  a sua equipe!

Paola Faedda

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