Michaela Ferlaino. Sindrome de tracção medular. Sindrome de Arnold Chiari I. Siringomielia. Escoliose idiopatica.

Published by at 21 Fevereiro, 2013


Data da intervenção: 19/05/2011

italia

Olá todos:

Chamo-me Michaela, tenho 22 anos e moro numa pequena aldeia d Calábria em Itália.

Escrevo estas poucas linhas com a esperança de poder ajudar a todas as pessoas  que como eu ficam afectas da Síndrome de Arnold Chiari I.

Desde pequena sofria de cefaleias que as vezes não me deixavam tranquila. Então os meus pais para poder me compreender começaram me fazer diversos exames.: radiografias do crânio, visita oftalmológica, exames de rotina. Todos resultavam normais.  No entanto a cefaleia seguia igual ate acho que me acostume.  Depois dum tempo repeti os exames RX porque a minha mãe não ficava de todo satisfeita com os anteriores. Agora posso dizer que teve a razão.

RX resultou negativa igual. Há 4 anos que comecei ter sintomas estranhos: cansaço, debilidade, descargas raras que afectavam as extremidades, sentia formigamento constante, dores nas costas, tensão forte na cabeça e no pescoço. Pelo principio achei que a debilidades foi provocada pela falta de exercício mas compreendi que isso não foi a causa.

Um dia estava tombada no sofá sentindo dores habituais e num segundo notei que não podia mover o braço direito.  Não podia leva-lo, conheço o meu corpo perfeitamente e sabia que algo passava.

A minha mãe falou com uma doutora, amiga dela. Sugeriu fazer uma ressonância magnética e finalmente diagnosticou a malformação de Arnold Chiari I.

Tive muito medo sabendo que não podia controlar o meu corpo.

Comecei perder peso, a debilidades aumentava, não podia comer, as vezes não podia traga-la, sentia dor constante nas costas e no pescoço, não podia ficar recta porque o pescoço inclinava-se.

Depois dum ano repetia a ressonância e a situação piorou. A cavidades siringomielica aumentou. A única coisa para me ajudar foi uma operação. Evidentemente não tive nenhuma intenção de me submeter a craniectomía muito invasiva. Somente pensa-lo fazia que me sentia mal.

A minha doutora começou uma pesquisa e assim encontramos o Dr. Royo.

Conectei-me ena sua pagina Web e comecei me documentar. Lia os testemunhos muitas vezes, todo parecia tão simples e  eu identificava-me com o sofrimento dessas pessoas.

Pelo principio fiquei um pouco céptica. Todo parecia muito simples mas decidi chamar. Falei com a Sra. Gioia Lue que me pediu ressonâncias magnéticas. Finalmente pude-me submeter à cirurgia minimamente invasiva da secção do filum terminale do Dr. Royo.

Cheguei a Barcelona e depois da visita medica o dia seguinte me operaram. Voltei a Itália com muita força, a uma vida completamente nova.  Muitos sintomas desapareceram depois de varias horas apôs a cirurgia e com tempo o meu estado ficava cada vez melhor. Sei que a doença esta comigo mas também sei que já não progredira mais. Confio que todo vai bem,  apesar de que as vezes tenho alguns pequenos sintomas. Quero agradecer a minha doutora, ao Dr. Royo, a Gioia Lue e a minha família por me ajudar a escolher aquele caminho e me devolver o sorriso. Muito obrigada a Rosanna Biagiotti pela paciência, doçura, e por ficar ao meu lado.

Para qualquer informação deixo o meu telefone: 0039 3404900272

Michaela Ferlaino



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